Sobre o Autor

 

Executivo, escritor, consultor, professor e palestrante, autor dos livros Inteligência Artificial: Os Desafios do Mundo Exponencial e Governança em Inteligência Artificial, com mais de 30 anos de experiência em projetos de alta complexidade nos setores público e privado, liderando equipes de alta performance.

Especialista em tecnologias emergentes, como Inteligência Artificial, Data & Analytics, Cloud Computing e Hiperautomação, possui sólida formação acadêmica: é graduado em Ciência da Computação, Administração e Ciências Contábeis, especialista em Gestão de Projetos, mestre em Administração Estratégica e doutorando em Modelagem Computacional e Tecnologias Industriais.

Atualmente, exerce o cargo de Diretor de Sistemas do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia e de Diretor de Relações Institucionais da ISACA Brasília, representando a entidade no Estado da Bahia.

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O IGOVIA

 

O IGOVIA – Índice de Governança em Inteligência Artificial foi criado a partir da pesquisa acadêmica desenvolvida no doutorado do professor Fábio Martins, cujo aprofundamento teórico e aplicado resultou na obra Governança em Inteligência Artificial: as 10 dimensões da jornada de adoção tecnológica, consolidando um modelo estruturado para apoiar organizações na adoção responsável e estratégica da IA.

Concebido como uma plataforma de avaliação, o IGOVIA permite mensurar, de forma sistemática e comparável, o grau de maturidade organizacional ao longo da jornada de adoção da Inteligência Artificial, considerando aspectos técnicos, éticos, regulatórios, organizacionais e estratégicos, oferecendo subsídios objetivos para diagnóstico, tomada de decisão e evolução contínua da governança em IA.

O IGOVIA é um framework de governança em Inteligência Artificial (IA) que surgiu a partir da pesquisa de doutorado do professor Fábio Martins, também autor do livro “Governança em Inteligência Artificial: as 10 dimensões da jornada de adoção tecnológica”. Esse framework permite avaliar o grau de maturidade de uma organização em IA por meio de 10 dimensões essenciais.

Essas dimensões incluem:

1. Estratégia e Governança: A IA deve estar alinhada às prioridades do negócio, com governança clara para coordenar decisões e evitar riscos.
2. Cultura, Pessoas e Comunicação: O sucesso depende da mudança de mentalidade e capacitação das pessoas, com líderes fomentando inovação.
3. Estrutura Tecnológica e Automação: Infraestrutura robusta e escalável é fundamental para sustentar a inovação em IA.
4. Investimentos, Custos e Despesas: Planejar financeiramente os custos de implementação é crucial para evitar frustrações.
5. Qualidade de Dados: Dados precisos são essenciais para IA confiável; informações ruins levam a decisões equivocadas.
6. Impacto no Usuário Final: A tecnologia deve entregar valor real e confiança ao usuário.
7. Compliance, Riscos e Ética: Gerenciar vieses algorítmicos e questões éticas é crítico para evitar distorções.
8. Segurança da Informação: A IA introduz novas vulnerabilidades que exigem proteção redobrada.
9. Fornecedores e Integrações: Seleção rigorosa de parceiros é vital para eficiência tecnológica.
10. Monitoramento e Melhoria Contínua: IA é um processo contínuo que exige monitoramento constante de performance.

O IGOVIA ajuda organizações a identificar pontos fortes e oportunidades de melhoria na adoção de IA, promovendo uma governança eficaz e sustentável.

O IGOV IA gera um score de governança da organização a partir da avaliação integrada de 10 dimensões fundamentais da jornada de adoção da Inteligência Artificial, cruzadas com 9 estágios de maturidade tecnológica, permitindo uma leitura clara, objetiva e comparável do nível de prontidão institucional para uso responsável da IA. Esses estágios são inspirados no modelo TRL – Technology Readiness Level, uma escala de 1 a 9 criada pela NASA para medir o grau de maturidade de uma tecnologia, que vai desde a pesquisa básica e conceitual (TRL 1) até a utilização comprovada e sustentada em ambiente operacional real (TRL 9).

Ao adaptar essa lógica ao contexto da governança em IA, o IGOV IA possibilita avaliar não apenas se a tecnologia existe, mas se a organização possui capacidades técnicas, organizacionais, éticas, jurídicas e estratégicas alinhadas a cada estágio de maturidade, reduzindo riscos, orientando investimentos, alinhando expectativas entre gestores, equipes técnicas e órgãos de controle, e apoiando decisões estruturantes para a evolução segura e sustentável da Inteligência Artificial no ambiente organizacional.